Jane Russell, estrela de Hollywood, morre aos 89 anos

Atriz estrelou 'Os homens preferem as loiras' com Marylin Monroe.
Artista sofria de problemas respiratórios, diz nora.


A atriz Jane Russell, que estrelou o filme "Os homens preferem as loiras" (1953), de Howard Hawks, e se tornou um controverso símbolo sexual de Hollywood, morreu na Califórnia aos 89 anos, informou o jornal Los Angeles Times nesta segunda-feira (28).
Russell morreu de problemas respiratórios em sua casa em Santa Maria, no centro da Califórnia, de acordo com Etta Waterfield, sua nora.
"Falei com sua nora esta manhã, e ela morreu em paz em casa, com os filhos a seu lado", disse à AFP Kim Davis, diretora executiva da organização de assistência à infância, cuja sede está no condado de Santa Barbara, próxima à residência da atriz.
Dona de formas esculturais, Russell foi uma das atrizes mais provocadoras do cinema nos anos 40 e 50.
Depois de dividir a cena com Marylin no clássico "Os homens preferem as loiras", a atriz estrelou o filme que foi uma resposta: "Gentlemen marry brunettes" ("cavalheiros se casam com morenas"), de Richard Sale.
A atriz também fez parte do elenco de outros filmes como "De tanga e sarong" (1952), "Seu tipo de mulher" (1951) e "O proscrito" (1943).


Último veterano dos EUA na Primeira Guerra Mundial morre aos 110 anos

Frank Buckles morreu em sua fazenda na Virgínia Ocidental, diz família.
Ele foi prisioneiro dos japoneses durante 38 meses nas Filipinas.

Frank Buckles, então aos 107 anos, recebe homenagem do Congresso dos EUA em 18 de junho de 2008, em Washington. (Foto: Reuters)

Frank Buckles, supostamente o último veterano norte-americano sobrevivente da Primeira Guerra Mundial, morreu aos 110 anos, segundo sua família.
Sua filha disse que Buckles morreu no domingo em sua fazenda, na Virgínia Ocidental, de acordo com o "Washington Post".
Buckles, que comemorou o 110º aniversário no dia 1º de fevereiro, mentiu sobre sua idade para poder ingressar no Exército aos 16 anos. Nascido no Missouri, ele era um dos quase 5 milhões de norte-americanos que serviram na Primeira Guerra Mundial entre 1917 e 1918.
"Eu sabia que haveria apenas um (sobrevivente) algum dia. Não sabia que esse seria eu", disse ele nos últimos anos.
Buckles dirigiu uma ambulância durante a guerra. Em 1941, durante a Segunda Guerra Mundial, quando ele era um civil em Manila, nas Filipinas, foi capturado pelos japoneses que invadiram a região e o mantiveram como prisioneiro durante 38 meses.
Segundo o jornal, com a morte de Buckles, apenas um australiano de 109 anos e uma mulher britânica de 110 anos seriam os sobreviventes que hoje restam das estimadas 65 milhões de pessoas que serviram na guerra entre 1914 e 1918.

Corpo de Moacyr Scliar será enterrado na manhã de segunda-feira


DE SÃO PAULO

O corpo do escritor gaúcho Moacyr Scliar será velado neste domingo (27), a partir das 14h, na Assembleia Legislativa do Rio Grande de Sul, em Porto Alegre. O sepultamento acontecerá na segunda-feira (28), às 11h, no Cemitério Israelita de Porto Alegre.



Veja galeria de fotos do escritor
Médico, Scliar publicou primeiro livro em 1971; saiba mais
Scliar consolidou a temática judaica na literatura brasileira

Neco Varella -16.set.2010/Folhapress
Moacyr Scliar morreu aos 73 em Porto Alegre; corpo será velado a partir das 14h na Assembléia do RS
Moacyr Scliar morreu aos 73 em Porto Alegre; corpo será velado a partir das 14h na Assembléia do RS

Scliar morreu por volta da 1h deste domingo, no Hospital das Clínicas de Porto Alegre, onde estava internado, após sofrer um AVC.

Em comunicado oficial, a Academia Brasileira de Letras determina luto de três dias e o hasteamento a meio mastro da bandeira acadêmica.

Na semana que vem, a ABL realizará a Sessão da Saudade. Ao final do evento, será declarada a vaga aberta, inaugurando o processo sucessório. Scliar ocupada a cadeira nº 31 desde 2003.

CARREIRA

Nascido em Porto Alegre e formado em medicina, o escritor e colunista da Folha publicou mais de 70 livros entre diversos gêneros literários: romance, crônica, conto, literatura infantil e ensaio.

Scliar ganhou diversos prêmios Jabuti. Em 2009, o romance "Manual da Paixão Solitária" foi eleito livro do ano. Ele também emplacou dois na categoria romance, "Sonhos Tropicais" (1993) e "A Mulher que Escreveu a Bíblia" (2000), e um na categoria contos, "O Olho Enigmático" (1988). Em 1980, ele venceu o prêmio de literatura da APCA por "O Centauro no Jardim".

Seus livros frequentemente abordam a imigração judaica no Brasil, mas também tratam de temas como o socialismo, a medicina e a vida da classe média. A obra de Scliar já foi traduzida para doze idiomas.

Dois deles, "Um Sonho no Caroço do Abacate" e "Sonhos Tropicais", ganharam adaptação para o cinema.

http://www.saudenaotempreco.com

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Através do programa Saúde Não Tem Preço, agora os brasileiros passam a ter acesso gratuito aos medicamentos para controle da diabetes e hipertensão.

Vacinação de idosos contra a gripe este ano terá novidade

Gente de Bem com a Vida - Hospital Meridional - MCamara Comunicação


Fonte: http://www.youtube.com/watch?v=YYgyFSP1NAI

Vida Melhor - Matéria: 3ª Idade no Calçadão do Rio de Janeiro

GERIATRIA NO BRASIL - CURSOS E PÓS-GRADUAÇÃO CIAPE (31) 3443-2200

Empresa cria sensores para monitorar as atividades dos idosos

A maior empresa de telecomunicações do Japão está desenvolvendo um dispositivo para monitorar o bem-estar de idosos. O projeto faz parte de um crescente esforço para melhorar os cuidados dos mais velhos em um país cuja população está envelhecendo mais rápido que em outros lugares.

O dispositivo, usado como um relógio de pulso, tem uma câmera embutida, microfone e acelerômetro que medem o ritmo e a direção dos movimentos da mão para saber o que o usuário está fazendo – como escovar os dentes e fazer café.

Em uma demonstração realizada nos laboratórios da NTT, os movimentos do usuário foram coletados como dados que surgiram como linhas em um gráfico (cada tipo de atividade aparecia como uma linha). Com essa tecnologia é possível ver o que o idoso está fazendo a cada hora do dia.

O protótipo foi ligado a um computador pessoal para a demonstração. Porém, conforme os pesquisadores, os dados podem também ser transmitidos por rede sem fio ou armazenados em um cartão de memória. A empresa disse que os planos para o uso comercial ainda não foram decididos.

Doses brasileiras serão utilizadas na vacinação de idosos contra gripe

Idosas descobrem o prazer da atividade física na hidroginástica

Idosa anda diariamente mais de 4 quilômetros por cheeseburger grátis


Catherine Reddoch tem 100 anos. Todos os dias, religiosamente, a idosa escocesa faz uma caminhada de 4 quilômetros e meio, indo e voltando. Não se trata, genuinamente, de um exercício. O que move Catherine é o estômago. A primeira parte do "passeio" diário com ajuda de andador a leva a uma lanchonete do McDonald's de Matamata, na Ilha Norte (Nova Zelândia). Ela percorre o mesmo trajeto há 22 anos para ganhar um cheeseburger e um chocolate quente grátis no almoço. Oferta da casa.

Tudo começou em 1989, quando o marido de Catherine, herói da Segunda Guerra Mundial, faleceu, segundo reportagem do "Daily Record", da Escócia. Durante o trajeto até a lanchonete, Catherine para algumas vezes para conversar com conhecidos na rua e, às vezes, entra em casa de apostas para fazer uma fezinha. Mas nunca desiste de completar a "prova", que dura, em média, uma hora para ir e outra para voltar.

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A escocesa gosta do seu cheeseburger sem molho e salada. Desde que começou a aproveitar a oferta do McDonald's, Catherine já comeu mais de 8.000 sanduíches. Ela sempre se senta à mesma mesa, que fica reservada para Cat, como é mais conhecida.

"Eu amo o meu cheeseburger. E nunca pago por ele. Talvez seja por isso que eu goste", contou.


Fonte: http://oglobo.globo.com/blogs/moreira/posts/2011/02/17/idosa-anda-diariamente-mais-de-4-quilometros-por-cheeseburger-gratis-363774.asp

Idosos voltam às salas de aula para aprender e resgatar a autoestima

Faculdades da maturidade recebem alunos em busca de conhecimento.

Conheça algumas opções de onde estudar.


Vanessa Fajardo Do G1, em São Paulo

Gilda terceira idade (Foto: Vanessa Fajardo/G1)Gilda Schmidt, de 68 anos, frequenta a faculdade
da maturidade da Universidade São Judas em
busca de conhecimento e novos amigos (Foto:
Vanessa Fajardo/G1)

Nesta faculdade não há vestibular, lista de chamadas, provas ou boletim. Mas há vontade de aprender. Este é o principal requisito das faculdades da terceira idade, também chamadas de maturidade, para receber pessoas com mais de 40 anos interessadas em voltar à vida escolar mesmo sem ter nenhum diploma.

Cada instituição segue um modelo de trabalho. Na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), por exemplo, o curso é anual, na Universidade São Judas, a grade é semestral. Há aquelas que cobram mensalidades e outras onde as atividades são gratuitas, como na Universidade de São Paulo (USP).

A maioria das instituições exige que o interessado tenha, no mínimo, 40 anos. Não há provas de seleção ou avaliações. No entanto, mesmo os cursos vinculados às instituições de ensino renomadas, não são credenciados pelo Ministério da Educação, por isso não são válidos como graduação.

O G1 acompanhou um dia de aula na turma "madura" da Universidade São Judas, em São Paulo, e conheceu alunos que viram nesta volta à sala de aula novos sentidos para a vida.

janette (Foto: Vanessa Fajardo/G1)Janette Apparecida é a coordenadora da turma da
São Judas (Foto: Vanessa Fajardo/G1)

'Comecei a ser mais respeitada'
Para a ex-professora Janette Apparecida Evangelista, de 73 anos, que frequenta as aulas na São Judas há 15 anos, o curso trouxe o resgate da autoestima e uma nova família. Seu marido morreu aos 54 anos, vítima de infarto, e ela nunca mais se casou. "No curso encontrei um novo sentido para a vida. Fiz verdadeiros amigos. Viajamos juntos, comemoramos aniversários. Formei uma nova família", afirma.

Janette é a representante da turma. É ela quem organiza passeios, excursões e dá boas-vindas aos novos estudantes. Para ela, o curso traz um aprendizado contínuo. “Comecei a ser mais respeitada. Falo de igual para igual com meus filhos e netos. A faculdade me deu mais autoconfiança e os horizontes se alargaram.”

Foi na faculdade que Janette também aprendeu a navegar pela internet. Ela gosta de pesquisar, atualmente buscou informações sobre a China, além de trocar e-mails.

Gilda Schmidt, de 68 anos, também está na faculdade há 16 anos. Ela trabalhou como secretária por 34 anos e depois que se aposentou procurou o curso para se reciclar. “Gosto muito das disciplinas de geografia, história e geopolítica. Além do mais, aqui encontrei pessoas que se transformaram em grandes amigos.”

sinésio (Foto: Vanessa Fajardo/G1)Sinésio Ferreira diz que o curso o complementou
(Foto: Vanessa Fajardo/G1)

'Nunca falto às aulas'
Aposentado há 15 anos, o ex-militar Sinésio Ferreira, de 63 anos, diz que o curso o complementou. Ele começou a frequentar faculdades da maturidade quando morava em Santos, no litoral de São Paulo. “Não queria só nadar e caminhar na praia. Precisava me ocupar.”

Morando em São Paulo desde 2007, Ferreira afirma que não se intimida com a pequena quantidade de homens na sala de aula – na turma atual são apenas três. “Os homens estão mais retraídos. Não estão a fim de encarar a vida. Mas eles não sabem o que estão perdendo. Venho com tanto prazer às aulas, nunca falto, e sempre volto para casa bem.”

Alunos dão trabalho, diz professora
Para Maria Esmeralda Mineu Zamlutti, coordenadora da Universidade da Maturidade São Judas, quem procura o curso está em busca de conhecimento, não de um passatempo. "Eles queremr aprender alguma coisa nova ou reciclar o que já sabe."

Esmeralda também dá aulas no curso de graduação e pós da São Judas. Ela diz que na sala de aula, alunos dão o mesmo trabalho independente da idade. "Na classe da maturidade eles também reclamam, reivindicam e são falantes. Tenho sempre de chamar a atenção."

As aulas na São Judas ocorrem duas vezes por semana: às terças e quintas-feiras. Às quartas-feiras, há aulas de informática opcionais. Neste primeiro semestre do ano os alunos terão aulas de memória, sobre os países do leste europeu, história política e sociedade, economia chinesa e história dos partidos políticos brasileiros.

Nova cabeça

Na Universidade Aberta da Terceira Idade da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), o objetivo do curso é proporcionar qualidade de vida física e mental aos idosos, segundo a coordenadoraNadir Aparecida de Matos Nogueira.

O curso da Unifesp, criado há 12 anos, tem um ano de duração e intercala disciplinas de saúde ministradas pelos professores da graduação com conhecimentos gerais e aulas de direito, história da arte, geografia, entre outras. Anualmente são abertas 180 vagas que são preenchidas em pouco tempo.

"Muitos alunos chegam por indicação médica, com depressão e outras doenças. Em pouco tempo notamos eles diferentes, mais participativos, navegando pela internet", afirma Nadir Aparecida. "A cabeça muda."


O medo dos idosos de tomar banho

ONU quer mais investimentos para a terceira idade


ONU quer mais investimentos para a terceira idade

ONU quer mais investimentos para a terceira idade

O Fundo de População das Nações Unidas, Unfpa, e o governo da Finlândia promoveram, em Nova York, um debate sobre as necessidades dos idosos. A reunião ocorreu de forma paralela ao encontro da Comissão Econômica e Social das Nações Unidas, que termina nesta sexta-feira.

Especialistas em envelhecimento pediram mais empenho aos governos e a comunidade internacional em relação aos cuidados de pessoas com 60 anos ou mais. Nos anos 1980, o mundo tinha 378 milhões de pessoas nessa faixa etária. Hoje, a terceira idade representa 759 milhões. Pelas estimativas da ONU, em 2050 serão 2 bilhões.

Em entrevista à Rádio ONU, de Minas Gerais, o especialista em geriatria e gerontologia Márcio Borges, contou que o fenômeno do envelhecimento no Brasil ainda é recente, mas firme:

“O Brasil começou a envelhecer, realmente, nos últimos 30 anos. Em 1990, nós tinhamos em torno de 7 milhões de pessoas idosas no Brasil. Ano passado, nós tivemos a notícia, segundo o Ibge, de que já estamos com 21 milhões de pessoas idosas, ou seja, quase 11% da população brasileira. Um envelhecimento rápido de um país em desenvolvimento com características todas especiais em relação ao empobrecimento dessa população, em relação à falta de serviços e de uma cultura que realmente dê valorização à pessoa idosa”, disse.

Apesar da população mais velha crescer em todas as partes do mundo, é nos países em desenvolvimento que o fenômeno ocorre com mais frequência.

Ouça a entrevista da Rádio ONU

Pedro Nakano, da Rádio ONU em Nova York - Apresentação: Mônica Villela Grayley, da Rádio ONU em Nova York.


Fonte: http://www.cuidardeidosos.com.br/

Aos 66 anos, Rod Stewart é pai pela oitava vez

Aiden, o oitavo filho do cantor escocês Rod Stewart, de 66 anos, o segundo de sua união com a modelo e fotógrafa Penny Lancaster, nasceu na quarta-feira (16).

O veterano roqueiro, autor de temas lendários como "Maggie May" e "Da Ya Think I'm Sexy?", declarou após o nascimento do menino que tanto ele como sua esposa se sentem "orgulhosos e emocionados" pelo novo filho.

O nascimento de Aiden é fruto de um tratamento de fertilidade ao qual Lancaster se submeteu no ano passado. Em 2007, quando participava de um concurso na televisão britânica, ela garantiu que sua intenção após gravar o programa era ter um novo filho com o roqueiro (na época os dois já eram pais de Alastair Wallace, hoje com 5 anos).

Stewart é um dos artistas que mais venderam álbuns na história da música --quase 150 milhões de cópias.

Francisco Bonilla/Reuters

Fonte: Folha online

O amor na maturidade



Como encontrar o equilíbrio necessário antes de formar um novo par

Por Filipe de Paiva


Namorar é bom mas não é fácil, reza o senso comum. É preciso ajustar aqui, aparar acolá, ponderar mais adiante, reconhecer se o par é o ideal. Se não, adiante. Para os jovens pode não ser tão complicado. Mas, em idades mais avançadas, a experiência acumulada é fonte quase certa de insegurança. De onde vem o medo e como acertar o passo na jornada por um novo amor? A resposta pode estar no equilíbrio do ego, defende especialista.

Às explicações iniciais: o ego é o “eu” de uma pessoa, seu ponto de vista único, diferente dos demais, e tem como vizinhos o id – a soma dos impulsos e desejos, sempre em busca do prazer imediato – e o superego, que avalia as questões morais, dialoga com o mundo externo e cuida para que as vontades não levem ao caos. Cabe ao ego tentar manter seus dois vizinhos satisfeitos e ainda tomar conta de si próprio. “A
tarefa não é fácil! Daí as culpas, as incertezas, as reticências, as ponderações”, diz o psicólogo Guilherme Olivier, especialista em psicoterapia psicanalítica.

É preciso abraçar o ego e encorajá-lo a se expandir mais. Este processo amplia o autoconhecimento e dá mais autoconfiança. “O Ego é cheio de boas intenções”, defende Olivier. Um ego equilibrado pode preparar o terreno para o namoro após o fim de um relacionamento importante e será um grande atrativo para os pretendentes. Quem não se sente bem perto de uma pessoa que se conheça a fundo, saiba o que quer e goste de si mesma? Se o ego não está lá muito forte, aqui vão algumas dicas para usar todo o seu potencial sem perder o controle e torná-lo um aliado do amor.

Não existe nada de errado em alimentar o ego. O problema começa é se o ego estiver inflado – o que pode ser relacionado a atitudes ruins. “Aquelas pessoas que ‘se acham’, que olham o semelhante por cima e, quiçá, nem o consideram”, diz Olivier.Daí a importância de manter o ego equilibrado e buscar reconhecer os limites que existem, por exemplo, entre a autoconfiança e a prepotência. “Este ‘ego inflado’ na realidade padece da pobreza de não ver que, no mundo, ele está com os outros e que nem sempre as suas necessidades serão prontamente atendidas”, explica o psicólogo.

Se o ser humano fosse uma empresa, o ego seria seu presidente. Ele pode ser um verdadeiro guerreiro protegendo as entradas do corpo, da mente e do coração, influenciando nas decisões que são tomadas. Mas quando ele é agredido, como depois do fim de um relacionamento, ele pode se transformar em um vigarista astuto e destrutivo. Se as decisões tomadas são muito extremas, é preciso fazer uns ajustes no presidente da empresa, ou ela pode acabar falindo. Segundo Olivier, o ego pode se tornar um vilão quando passa a intermediar o id e o superego ferido, temeroso e cheio de suspeitas – seja com ele mesmo, seja com os outros.

O ego também funciona como o administrador das finanças da empresa. Ele julga ganhos como coisas boas e perdas como coisas ruins. Mas a natureza não distingue e fez a vida cheia de conquistas e decepções. Para lidar bem com isto, uma ótima estratégia é tentar ver sempre os dois lados de cada situação, julgando o menos possível. “Isto não é fácil, é coisa de gente grande”, brinca Olivier. Este exercício ensina a aceitar o que a vida dá e o que ela tira, preparando para os altos e baixos dos relacionamentos que estão por vir.

Egocentrismo não faz bem a ninguém. Quando o ego está em equilíbrio, as expectativas que se tem para um relacionamento e as formas de expressá-las são saudáveis. Mas mania de controlar tudo que está ao redor e achar que se está sempre certo podem destruir uma relação – ou simplesmente impedir o começo de uma nova. Neste caso, é bom pisar no freio do ego e trabalhar para que ele se acalme e se controle. “Perceber que estamos no mundo e que nele devemos fazer história, independentemente da idade, é o melhor controle para o egocentrismo”, ressalta Olivier.

A confiança está diretamente ligada ao ego. “É fundamental ao ego que ele possa confiar em si e, obviamente, nos outros”, diz o psicólogo. Insistir em dar muito valor às próprias opiniões e menosprezar as alheias pode tornar a confiança – essencial para qualquer relacionamento – difícil de ser construída. Quanto mais se praticar a humildade, mais saudável será o ego. Assim confiar fica mais fácil e a porta do amor se abre.

Além dos limites impostos pelo id e pelo superego, o ego precisa ser contido pela própria pessoa. Sem uma barreira psicológica uma pessoa é facilmente absorvida pela definição que os outros têm dela, prejudicando sua própria visão de si mesma. Entender o ego fortalece a capacidade de compreender os próprios sentimentos e os alheios. Revelar estes sentimentos não apenas ajudam na auto definição como também dão apoio para descobrir que há pouco – ou nada – a temer no processo de se estudar e analisar. “Esta é a importância de limitar o ego e deixá-lo em harmonia com os outros egos que estão por aí”, explica Olivier. E nada melhor para harmonizar os egos que um bom diálogo com o parceiro.

Conflitos podem colocar o ego em perspectiva. Parece estranho, mas um conflito pode ser a chave para uma intimidade mais forte. “Como conciliar o que queremos com as interdições que são da vida? A maturidade é brilhante porque ela compreendeu bem este diálogo... Eis a sabedoria”, exalta Olivier. Conflitos criam, sim, dor e desconforto, mas deixar levar o ego a lutar contra estes sentimentos ruins ajudará a fortalecer a aproximação, dando maiores chances de sucesso à relação. “Oque faz bem a um relacionamento é que um ego possa dialogar com o outro”, defende o psicólogo. Quem diz que o diálogo é a chave de qualquer relação sabe do que está falando.

Fonte: http://longevidade-silvia.blogspot.com/

Idosos com Alzheimer devem viver em ambientes bem projetados

Idosos, principalmente aqueles que têm com Alzheimer,

precisam de condições especiais para que

viver com conforto e segurança



A casa, a mobília e os costumes das pessoas mudam conforme os acontecimentos da vida. “A chegada de um bebê, por exemplo, transforma a rotina da casa e a decoração, além de exigir muita atenção. Com os idosos, não é diferente. Eles precisam de condições especiais para que vivam com conforto e segurança”, afirma Paulo Renato Canineu, geriatra da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC/SP).


Esses cuidados aumentam quando o idoso é portador da doença de Alzheimer (DA), uma doença degenerativa e progressiva que atinge o cérebro e resultando, inicialmente, na perda da memória. No estágio mais grave, a doença pode comprometer totalmente o paciente e levá-lo à morte.


A progressão da DA geralmente é lenta e, aos poucos, o idoso perde aptidões que tinha, ficando impossibilitado de executar certas atividades. Por causa das limitações que o portador apresenta, uma das primeiras atitudes que se deve tomar é a adaptação do ambiente para que a casa atenda suas necessidades.

Os tapetes devem ser retirados de todo o local, o que ajudará a prevenir quedas e escorregões. Nos banheiros, barras de segurança devem ser instaladas próximas ao chuveiro e ao vaso sanitário. Essas atitudes estimulam a independência e a segurança do portador de Alzheimer.


Com a evolução da doença do estágio leve para o moderado, a atenção e os cuidados só aumentam. É nessa fase que o paciente apresenta grande comprometimento da memória. Portanto, é importante organizar uma rotina diária para que ele não fique muito confuso. As cortinas devem ser evitadas para que o ambiente seja claro e arejado e, de preferência, deve-se usar cores claras nas paredes.


“Os espelhos também podem ser retirados do ambiente caso o paciente apresente alterações de comportamento ao se ver refletido. Afinal, com as alterações da memória, ele pode perder a referência pessoal. Com o tempo, pode se confundir com sua própria imagem”, afirma Canineu.


Os ambientes mais perigosos da residência para o portador de DA são a escada e a cozinha. Como ele perde a noção de altura e de espaço, pode se desequilibrar ou até mesmo pisar em falso e cair. A cozinha trás perigos que vão além, já que armazena objetos pesados, cortantes e pontiagudos. Outro ponto é o gás, que, por um descuido qualquer, pode intoxicar e até mesmo causar um incêndio.


“Infelizmente ainda não se sabe o que causa a doença de Alzheimer. Porém, cuidados básicos que estimulem a independência e proporcionem segurança, conforto e orientação, já ajudam no dia a dia de quem tem DA”, completa o especialista.


Existem também opções de medicamentos que retardam a progressão da doença e outros que minimizam os distúrbios de humor e comportamento. Entre eles, estão os inibidores da acetilcolinestinesterase, que podem retardar o declínio da função cognitiva em pacientes com DA leve a moderada. Deste grupo, o cloridrato de donepezila é o único com aprovação também na fase grave da doença.


Vale lembrar que, se iniciado já na fase leve da doença, durante o surgimento dos primeiros sintomas, o tratamento terá resultados ainda melhores. Contudo, o médico deve ser sempre procurado para avaliar e indicar a terapêutica mais adequada para cada paciente.


Fonte: http://longevidade-silvia.blogspot.com/

Cuidados com a alimentação em dias quentes




Com o aumento da temperatura, nosso organismo perde mais água e sais minerais através do suor, tornando mais importante o cuidado com a hidratação

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Com a chegada das estações mais quentes do ano, não podemos descuidar da alimentação, que requer cuidados essenciais para nos sentirmos mais dispostos, mantendo a forma com saúde.


No verão, com a transpiração, o corpo pede um consumo maior de líquidos para compensar as perdas de água e sais minerais. Por isso, é preciso fazer algumas adaptações em nossos hábitos alimentares.


Em épocas mais quentes, ocorre uma diminuição do metabolismo básico, por isso a quantidade calórica ingerida deve ser reduzida, para não corrermos risco de ganhar peso nessa época do ano. Com o aumento da temperatura, nosso organismo perde mais água e sais minerais através do suor, então se torna mais importante o cuidado com a hidratação. A ingestão de líquidos deve ser frequente durante todo o dia. O ideal é não esperar que a sede apareça, já que essa sensação é um sinal de desidratação.


Os alimentos indicados no verão são: frutas, legumes, folhas verdes, cereais integrais, pães integrais, carnes magras, queijos menos gordurosos, sobremesa a base de frutas. Devem-se evitar alimentos gordurosos e frituras. Quando for escolher sorvetes e picolés, dê preferência aos que são à base de água e polpa de frutas, pois são menos calóricos.

A ingestão de líquidos deve ser frequente (água, sucos naturais, chás e água de coco).


Veja aqui: Quanto tempo alguns alimentos podem permacecer fora da geladeira, sem que estraguem

Fonte: http://longevidade-silvia.blogspot.com/

Não há idade para a diversão.


Fonte; ususário do youtube: alxventura

Bem Estar - Disfunção sexual e o idoso.

A vida sexual na terceira idade e problemas de disfunção erétil. Esses são os assuntos deste episódio com o médico urologista Eduardo Bertero



Fonte: usuário do youtube: tvspringfilms